ALIMENTOS ULTRAPROCESSADOS

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são responsáveis por 68% das 56 milhões de mortes em todo o mundo no ano de 2012, sendo que mais de 40% foram mortes de indivíduos com menos de 70 anos de idade.

A alimentação pouco saudável e a falta de atividade física, além do álcool e fumo, são as principais causas das DCTN e contribuem para o atual cenário mundial de grande prevalência dessas doenças e suas complicações.

Parte desse panorama mundial é caracterizado por mudanças alimentares que envolvem a substituição de alimentos in natura e minimamente processados por alimentos industrializados prontos para o consumo (processados ou ultraprocessados), ricos em sódio e açúcar, tendência também observada em áreas metropolitanas do Brasil em 2002/2003.

Essas transformações promovem desequilíbrios nutricionais e uma ingestão excessiva de calorias, contribuindo para o aumento de obesidade, diabetes melito (DM), hipertensão arterial sistêmica (HAS), doenças do coração e câncer.

Uma dieta saudável deve conter, pelo menos, 400g (5 porções) de frutas, verduras e legumes diariamente, além de reduzir o teor de açúcar, sódio e gorduras saturadas oriundos de alimentos industrializados.

No Brasil, as recomendações oficiais priorizam a redução patente do consumo de alimentos ultraprocessados, bem como o aumento das práticas culinárias e da ingestão dos alimentos in natura e minimamente processados.

Fonte: Ministério da Saúde

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