Porque existem pessoas que não emagrecem mesmo tendo uma alimentação regrada?

A ciência comprovou que reduzir drasticamente a alimentação não ajuda no processo de emagrecimento.
Às vezes, você come pouco mas pode escolher os alimentos errados que tem muitas calorias, como os gordurosos e muito refinados (doce, bolo, pão branco, fritura, salgadinhos, carnes gordas). Neste caso, o pouco se torna muito. Apostar em um prato quase vazio mas cheio de calorias também dispara a produção de gordura.
Pode acontecer de o metabolismo ficar mais lento e queimar menos gordura, especialmente após um período longo de dieta radical. Nesse caso, você perde massa magra (músculos) e engorda.
Mais músculos: É comprovado que, para manter o metabolismo com uma maior queima de calorias, é importante você investir nos exercícios de força.
Dieta acelerada: Se você come pouco de verdade, treina muito e ainda assim não consegue emagrecer, pode ser que seu metabolismo esteja lento. Recomenda-se que deixe de lado as dietas que prometem resultados rápidos e perder 10% do peso total ao longo de um ou dois meses e manter o novo peso por uns seis meses.
Esse tempo dá chance ao seu organismo de começar a registrar o novo peso e permitir que o metabolismo se estabilize.
É importante manter seu corpo e mente em harmonia!
É importante estarmos atentos à forma como nos relacionamos com os alimentos e, para isso, devemos saber diferenciar a “fome física” da “fome emocional”. Você já sabe fazer isso? 🧐
A primeira surge de maneira gradual e paciente, é receptiva a vários alimentos e acaba quando o organismo está saciado. Já a fome emocional é súbita e urgente, exige um alimento específico e não acaba.
🔹 Quando há um desequilíbrio emocional, este pode levar a uma desarmonia alimentar com o aparecimento de quadros compulsivos ou outros distúrbios, tais como bulimia, anorexia, obesidade e obesidade mórbida. 😕
🔹 O resultado são sintomas como angústia e sentimento de culpa, acompanhados de comportamentos punitivos ou compensatórios que levam à sensação de débito constante consigo mesmo.
🔹 Por isso, na presença de um distúrbio alimentar, além da atenção das pessoas próximas ao paciente, é necessária a intervenção de um nutrólogo para reconhecer os mecanismos defensivos presentes no que chamamos de “fome emocional”, conceito utilizado para expressar o desejo de comer em função do nosso estado emocional, e não de uma necessidade fisiológica.

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